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Menor oferta, reflexo da demanda do sebo pelas indústrias de biodiesel e exportações sustentam cenário de alta. Para couro, exportações seguem aquecidas.
A menor oferta, diante dos abates reduzidos, e a demanda aquecida do setor de biodiesel mantêm a pressão de alta sobre o sebo bovino. No mercado de couro, os preços permanecem estáveis.
Uma menor oferta de sebo bovino e a demanda aquecida do setor de biodiesel sustentam as altas. No mercado de couro, os preços estão estáveis.
O aumento da demanda do setor de biodiesel, combinado a uma oferta menor no momento, projetam um cenário de alta. Para o couro, o mercado segue travado, mesmo com as exportações aquecidas.
A demanda do setor de biodiesel por sebo cresce gradualmente, sustentada pela paridade com o óleo de soja e as exportações continuam, apesar das tarifas impostas pelos EUA. Para o couro, as exportações seguem aquecidas.
A mudança na participação dos diferentes níveis de processamento do couro explica a diferença entre o recorde de volume embarcado e o menor faturamento.
Para o sebo, a demanda do setor de biodiesel deve aumentar gradualmente, mas as exportações seguem como ponto de atenção para o momento. Para o couro, o mercado segue estável.
Cenário para o sebo bovino tem viés baixista, diante da demanda interna em patamar reduzido e das tarifas norte-americanas. Para o couro a oferta está aquecida.
O mercado de sebo bovino enfrenta demanda interna lenta e expectativa de pressão baixista diante da nova tarifa nos EUA. Para o couro, o mercado segue travado.
O mercado de sebo bovino opera sob pressão, com maior oferta, demanda interna lenta e incertezas quanto à exportação nos próximos períodos. Para o couro, o mercado está travado.
Com oferta elevada e demanda interna arrefecida, o mercado de sebo bovino opera sob pressão. Para o couro, apesar da exportação recorde no semestre, a cotação está estável.
Após uma semana de queda para o sebo, os preços trabalham em estabilidade, ainda que a pressão de queda persista. Para o couro, nada mudou.
Com um mercado de sebo ofertado e uma demanda relativamente estável, houve queda para o coproduto. Já o couro está com um mercado travado.
Mercado de sebo está ofertado, com a demanda arrefecida pela maior disponibilidade de óleo de soja. Para o couro, o mercado está travado, mesmo com o bom ritmo nas exportações.
No mercado de sebo, há pressão de baixas nas cotações, sustentada pela maior oferta e pela demanda enfraquecida. Para o couro, o mercado está travado, mesmo com a exportação em bom ritmo.
No mercado de sebo, há pressão de baixa para as cotações, sustentada pela maior oferta no momento e pela menor demanda do setor de biodiesel. Para o couro, o mercado está travado, com as exportações sustentando a estabilidade.
No mercado de sebo, a demanda para produção de biodiesel arrefece com a redução da paridade de preços frente ao óleo de soja. Para o couro, apesar da maior oferta sazonal, a exportação e os custos logísticos sustentam a estabilidade.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
Para o sebo, a demanda está aquecida no mercado interno e houve aumento nos volumes exportados, sustentando os preços. Para o couro, as exportações em bom ritmo mantêm sustentação no mercado.
Para o sebo, a demanda aquecida pelas indústrias de biodiesel e a expectativa de anúncio do aumento do B16 geram a expectativa de alta. Para o couro, a estabilidade deriva de uma menor oferta de peles no quadrimestre.
Procura por sebo para produção de biodiesel são mais atrativas do que o óleo de soja no momento. Para o couro, a estabilidade deriva de uma menor oferta de peles no quadrimestre.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida e há maior atratividade frente ao óleo de soja. Para o couro, o cenário é de estabilidade no momento.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida, com alta nas cotações. Para o couro, a maior exportação em março contrasta com uma menor receita.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida. Para o couro, a valorização do produto ocorre pela alta dos custos.
O desempenho recorde nos embarques não se reflete em maior faturamento. A resposta está naquilo que o Brasil deixou de vender.
A oferta de couro e sebo bovino está menor, e a demanda no mercado interno e externo está aquecida, com isso foram registradas altas nos preços na semana.
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
A oferta de sebo bovino está menor. Apesar disso, os preços seguiram ficaram estáveis na semana. Atenção ao sebo, cuja perspectiva é de redução de demanda para abril.
Redução na oferta de sebo bovino, combinada à demanda fraca do setor de biodiesel manteve os preços estáveis. Para o couro, apesar da menor oferta, as cotações estão sem mudanças.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
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Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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